Em 2019, o preço do Bitcoin aumentou cerca de 220%, chegando aos impressionantes US$12.500. Se formos considerar desde o seu surgimento, essa valorização é ainda mais alta, já que em 2010, por exemplo, a criptomoeda valia apenas 1 dólar.

Ao contrário das outras moedas, no entanto, essa cotação não é determinada por nenhum Banco Central ou outra agência governamental. E por isso, não existe um “preço oficial”.O que se tem é uma média global baseada nos preços das casas de câmbio globais, como o CoinDesk e o Bitcoin Average.

E o que determina o valor do Bitcoin? Muitas variáveis, como:

  • Lei da oferta e procura: ou seja, quanto mais pessoas se interessam por esse investimento, mais valioso ele se torna. Como a emissão dos Bitcoins é restrita (limitada a circulação total de até 21 milhões de unidades), ela não sofre a mesma desvalorização das moedas tradicionais, que podem ser emitidas de forma irrestrita pelos governos;

  • Aceitação do mercado: quanto maior é a aderência do mercado à criptomoeda, maior é o seu valor. Desde 2009, o Bitcoin tem crescido em termos de aceitação e em alguns países, como na Coréia do Sul e no Japão, existem várias lojas que aceitam o Bitcoin como pagamento;

  • Número de carteiras virtuais: só por meio das carteiras virtuais é possível realizar transações com Bitcoins. Então, quando o número dessas carteiras aumenta, é sinal de que a criptomoeda está em expansão, valorizando-a;

  • Inovações tecnológicas: quanto mais inovações surgem no universo do Bitcoin, mais a moeda se valoriza, mostrando que o universo tecnológico é forte o suficiente para oferecer segurança às transações;

  • Influência da mídia: a mídia é responsável por informar as pessoas sobre o mercado de Bitcoin, fazendo com que mais investidores procurem pela moeda.

2. Como os Bitcoins se valorizam?